Mais um caso de violência à vulnerável causou indignação e revolta na tarde desta quinta, dia 7, em Avaré: um menino de apenas 3 anos teria sido supostamente agredido pelo padrasto com tamanha violência que deixou os hematomas da foto acima, algo que é extremamente chocante.

A agressão foi detectada por uma ADI (Auxiliar de Desenvolvimento Infantil) de uma unidade escolar, quando ela foi fazer a limpeza do bumbum da criança e notou os hematomas.

Imediatamente a direção da creche, a Secretaria de Educação e o Conselho Tutelar foram acionados e o caso já está na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

Em conversa com o menino, à ADI ele teria dito que apanhou do “pai”, como chama o padrasto. A mãe foi acionada e acabou alegando que perdeu a paciência e teria batido no filho.

Contudo, as conselheiras tutelares não acreditaram no depoimento, já que o padrasto teria medida restritiva através da lei Henry Borel, que reforça medidas protetivas para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar.

O menino já vinha sendo assistido pelo Conselho Tutelar, pois teria sido vítima de agressões anteriores do próprio padrasto, que sequer poderia levar a criança à escola, como vinha ocorrendo.

O pai biológico do menino separou-se da mãe, que hoje tem um bebê com esse homem.

A mãe teve a guarda restrita por conta da denúncia e a DDM está investigando o caso. A secretaria da Educação que tomou todas medidas cabíveis está acompanhando o caso.

O in Foco também acompanhará o andamento das investigações deste caso lamentável.