Novamente o Pronto-Socorro de Avaré é alvo de reclamações – desta vez, com relação aos porteiros. Pacientes e acompanhantes que buscam atendimento no Pronto-Socorro Municipal de Avaré reclamam do mau atendimento, grosseria e falta de preparo por parte de alguns porteiros e profissionais que atuam na unidade. As queixas apontam para um tratamento com impaciência, ironia e deboche, especialmente com pessoas que se encontram em estado de dor e fragilidade.

Um incidente recente, amplamente comentado entre os frequentadores, ilustra a gravidade da situação. Uma jovem chegou ao pronto-socorro com o tornozelo machucado, necessitando de ajuda para se locomover.

Testemunhas afirmam que, no momento em que os acompanhantes tentavam auxiliar a moça, foram surpreendidos pela reação agressiva e desproporcional de um segurança.

“Ele começou a gritar com todo mundo, dizendo que ninguém podia ficar ali. A menina estava com dor, e mesmo assim ele foi extremamente grosseiro”, contou uma das pessoas presentes, identificada apenas pelas iniciais L.F.

Os munícipes afirmam que esse não é um caso isolado. “Não é a primeira vez que acontece. Falta preparo para lidar com o público e sensibilidade com quem já chega fragilizado”, disse R.S., outro frequentador da unidade, destacando a necessidade de treinamento adequado para os funcionários que lidam diretamente com o público.

Outra denúncia grave é direcionada a um profissional específico, descrito como o “porteiro do pronto-socorro conhecido como Edi”. Segundo os relatos, este indivíduo é “uma pessoa sem educação” que trata mal os pacientes.

Um denunciante relatou ter passado por uma experiência “horrível” com ele, descrevendo um tratamento com “tom de ironia e deboche” e afirmando que o profissional “grita muito com os pacientes que se encontra lá”. O denunciante ainda expressou preocupação humanitária, sugerindo que o profissional possa precisar de “um tratamento” ou talvez esteja na área errada.

A matéria será enviada à secretaria de Saúde do município.