
O provedor da Santa Casa de Avaré, Miguel Chibani desmentiu nesta segunda (29) ao in Foco, uma fake news sobre casos de covid envolvendo a instituição, que tem se espalhado por whatsApp.
De acordo com mensagens espalhadas, um suposto ‘recado a população de Avaré’ afirma que “Avaré vem enfrentando um surto de COVID, que está se alastrando diante do município devido a facilidade de transmissão do vírus. Por isso, pedimos a atenção da população, para o retorno do uso de máscaras, e uso de álcool para desinfecção das mãos, diante dessas festas de fim de ano. O pronto socorro, postos de saúde municipais, e santa casa de Avaré, tem observado e acompanhado os casos positivos no município, e também os afastamentos de muitos profissionais diante de seus trabalhos devido atestados médicos relacionados a COVID”.
A mensagem diz que o “post não tem o intuito de assustar ninguém, muito menos gerar pânico entre a população Avareense, mas sim o dever de conscientizar a população Avareense, do risco que os mesmos estão enfrentando diante do município neste momento (…). E antes que perguntem o porquê de ser postado de perfil anônimo, é para evitar perseguições a nós, profissionais da saúde, e demais contribuintes, por parte de alguns, que atuam diante da gestão atual”.
A mensagem finaliza afirmando que haveria uma “ala 3 da UTI ficou interditada na santa casa onde TODOS FUNCIONÁRIOS estão afastados”.
Procurado pelo in Foco, Chibani desmentiu a informação. “A ala 3 é a Ala cirúrgica não parou um dia. Um funcionário pegou covid e não foi na Santa Casa; passou para o colega que trabalhava junto. Então os dois ficaram afastados ; eram funcionários da UTI – 3 = UNIMED, onde temos 5 leitos ficou 3 dias sem pacientes porque só abre essa UTI para os conveniados da UNIMED. Não temos UTI particular. Fora essa, os 20 leitos do SUS funcionaram normalmente… O que estão falando é muita asneira e fica ruim para a Santa Casa, pois se tivesse acontecido esse surto, nós seriamos obrigado a comunicar”.
“Já que estão falando, não precisam ter medo de nada; não somos vingativos e não prejudicamos funcionários, mas falta um pouco de ética”, reforçou o provedor.




































