
Durante seu pronunciamento na Câmara de Avaré, na última segunda-feira (30), o secretário da Educação de Avaré, César Augusto de Oliveira, depois de debater sobre algumas polêmicas envolvendo sua pasta, usou sua fala para fazer críticas e ‘desabafos’.
Abordou a questão da gordofobia, numa alusão a um suposto apelido que teria recebido como “Gordinho do pôquer” – também uma referência ao jogo de pôquer.
Segundo informações extraoficiais, este comentário teria surgido após a recente viagem do secretário à Brasília (DF), quando ele teria supostamente ido jogar. “Sou jogador de pôquer e é problema meu e com meu dinheiro”, rebateu. “Eu não ligo, não vão me atrapalhar”, disse referindo-se a tudo isso.
Em outro momento, o secretário criticou o que chamou de “jornais parciais”, numa referência a jornais que veiculam notícias de que professores não são atendidos pela pasta e pelo governo.
O secretário se referiu às matérias como “notinhas fajutas” e chamou de “covardes (…) canalhas (…) fake news”, jornais que hipoteticamente atuariam para “políticos derrotados”.
Durante seus esclarecimentos, em certo momento, Oliveira se dirigiu a um jornalista: “Gabriel Guerra coloca isso no seu jornal!”, desafiou e logo depois explanou: “Ano passado o (vereador) Luiz Claudio quando era presidente tinha três cargos, entre eles o Gabriel Guerra que agora só critica o governo (…) Todos comissionados e não vi ninguém reclamar”.
O jornalista citado é do Avaré Notícias e de fato trabalhou como assessor até o final do ano passado, como prova o Portal da Transparência do legislativo. A fala do secretário rebatia a crítica feita pelo vereador dias atrás sobre o excesso de comissionados no Executivo.
Da Redação
O in Foco veiculou matéria sobre a falta de comunicação a pedido dos professores e continuará veiculando qualquer matéria em defesa da Educação e dos professores.
Lamentamos a falta de compostura do secretário, que embora seja da Educação, falhou ao criticar “jornais” sem apontar nomes, com exceção do já citado na matéria.
Também recebemos a “informação” relacionada ao pôquer, mas sempre optamos por veicular reportagens sérias e éticas que não atinjam o lado pessoal dos agentes públicos.




































