
A escalada de violência envolvendo estudantes da rede pública de ensino voltou a mobilizar a opinião pública e repercutiu na sessão do Legislativo local nesta segunda-feira, 22. Casos recorrentes de agressões físicas e verbais registrados nos arredores de unidades escolares, e principalmente dentro de ônibus escolares, têm gerado pânico e indignação em pais e responsáveis, que exigem providências imediatas.
As brigas normalmente são gravadas pelos próprios estudantes. Pais de alunos questionam a possibilidade de monitores acompanharem o transporte dos alunos, já que muitas vezes os motoristas acabam sendo prejudicados também.
“O motorista precisa focar na direção e no trânsito, ele não tem condições de vigiar o que acontece nos bancos de trás. Sem a presença de um monitor treinado para impor ordem e mediar conflitos, os ônibus se tornam terra de ninguém”, desabafou a mãe de um aluno da rede pública.
Além da segurança nos ônibus, os pais cobram um plano de ação conjunto envolvendo a ronda escolar da Polícia Militar e a atuação de equipes de assistência social e psicologia dentro dos colégios para identificar a raiz da hostilidade entre os jovens antes que o ambiente de ensino se degenere em ambiente de risco.






































