A crise no pronto-socorro de Avaré foi levada à Câmara Municipal, onde a Comissão de Saúde e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uniram forças para cobrar explicações duras da prefeitura. Em meio a uma onda de reclamações da população e denúncias de suposta negligência médica, os vereadores buscam entender a real dimensão do problema e garantir a transparência do poder público.

Os vereadores Hidalgo Freitas, Barreto do Mercado, Pedro Fusco e Jairinho do Paineiras protocolaram um ofício formal ao Secretário Municipal de Saúde, Roslindo Machado. O documento exige respostas imediatas e a apresentação de provas concretas de que a pasta está agindo para resolver as graves falhas no atendimento.

O ofício destaca que as denúncias não são incidentes isolados, mas sim um reflexo da desorganização e precariedade no sistema de saúde de urgência. Os parlamentares afirmam que não aceitarão justificativas superficiais, e que a apuração é apenas o começo de uma fiscalização rigorosa.

“A saúde pública de Avaré não pode continuar sendo tratada com descaso”, enfatizam os vereadores. Eles reforçam que a população merece respeito e atendimento digno, e que a Câmara não será omissa diante da situação. O objetivo é garantir que as medidas corretivas sejam tomadas e que episódios de suposta negligência não voltem a acontecer.

Veja abaixo, o ofício de questionamentos; porém, até o momento não há menção aos casos mais dramáticos, como o recente falecimento da jovem Maria Clara Paz, por suposta negligência.

 

Ofício enviado pela comissão para a saúde no dia 9 de setembro; não há alusão ao caso de Maria Clara