O presidente do legislativo de Avaré, Samuel Paes (PSD) usou a tribuna da Câmara para falar sobre um polêmico vídeo que circulou semana passada em redes sócias, espalhado por um jornal fake e compartilhado em muitos grupos de whatsapp.  O vídeo se refere ao fato de Paes, também policial militar, ter sido envolvido na morte de um rapaz de 23 anos.

O caso aconteceu em 2015 e dois anos depois, após dois dias de julgamento, Paes e outros dois policiais militares – acusados pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público Estadual – da execução foram absolvidos. O vídeo veiculado sobre o crime não incluiu a informação da absolvição.

O hoje vereador e os outros policiais ficaram presos até o julgamento no presídio Romão Gomes da Polícia Militar (PM). Na época, para a acusação, os agentes da Polícia Militar (PM) deveriam ser condenados pelo crime de assassinato porque executaram uma vítima desarmada, com dois tiros de cima para baixo. Segundo a acusação, o rapaz de 23 anos – Fernando Henrique da Silva –  e um amigo, Paulo Henrique Porto de Oliveira, de 18, estavam sendo perseguidos por seis policiais como suspeitos por estarem numa moto que havia sido roubada dias antes.

“Me orgulho de ter matado bandido. Matei, mato e vou matar se for preciso (…) vou defender pai de família (…) sou polícia, não sou bandido”, disse. Ele prometeu levar à próxima sessão, o vídeo na integra sobre o caso.