
O fortalecimento da rede de proteção à mulher em Avaré e região ganhou um reforço tecnológico e informativo de peso. Durante a última edição do evento Mulheres Empreendedoras, um dos grandes destaques foi a apresentação do projeto “Mulheres Protegidas”, desenvolvido por alunos do curso de Direito da Uneduvale.
O trabalho, que nasceu como um projeto de impacto social para o CONINCE (Congresso de Iniciação Científica), foi desenvolvido por um grupo de alunos sob a coordenação do professor Lourenço Munhoz Filho. A iniciativa utiliza a tecnologia para democratizar o acesso à informação jurídica e prática, partindo da premissa de que “a informação é a melhor forma de prevenção”.
Tecnologia a serviço da vida
Contudo, o projeto não é novo; foi lançado em 2024 através do site que centraliza de forma intuitiva as principais ferramentas e informações de combate à violência doméstica. Em um cenário de aumento nos índices de ocorrências, a plataforma emerge novamente como um guia seguro para vítimas e para quem deseja ajudar. Entre os conteúdos disponíveis, destacam-se:
- Legislação: Detalhes sobre a Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha).
- Canais de Denúncia: Informações diretas sobre como e onde acionar as autoridades.
- Ferramentas de Emergência: Orientações sobre o aplicativo “SOS Mulher”.
- Políticas Públicas: Dados sobre medidas protetivas de urgência, auxílio aluguel para vítimas, visita solidária e monitoramento de agressores.
Protagonismo Acadêmico
O projeto integrador foi idealizado e executado pela equipe composta pelos alunos: Alex da Luz, Douglas Afonso da Silva, Leonardo Thomaz Sanches Lainetti, Rodrigo Leonardo Lomele e Rodrigo Luís Godoi.
Os criadores utilizaram como slogan a frase “A informação é a melhor forma de prevenção”. Eles também relataram que essa plataforma surgiu com o notório aumento nos números de ocorrências decorrentes de violência doméstica, e tem como missão fornecer conhecimento sobre as principais e atuais ferramentas para auxílio e prevenção desse tipo de situação.
Além da Lei Maria da Penha, o portal compila material sobre políticas públicas para mulheres, aplicativo “SOS Mulher”, medidas protetivas de urgência, visita solidária, auxílio aluguel para vítimas e monitoramento de agressores.
A recepção do público no evento foi imediata, com participantes reconhecendo o site como uma ferramenta necessária para integrar a rede de apoio local. A iniciativa mostra a força da academia quando voltada para resolver problemas reais da sociedade.
O portal “Mulheres Protegidas” já pode ser acessado, servindo como um ponto de apoio fundamental para a disseminação de direitos e proteção. Clique aqui para conhecer!





































